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A eleição do Papa Leão XIV em maio de 2025 voltou a alimentar uma curiosa superstição entre torcedores do Seattle Seahawks. Sempre que um pontífice foi escolhido neste milênio, a equipe chegou ao Super Bowl. O padrão histórico ganhou força na última semana, após a vitória do Seahawks sobre o San Francisco 49ers por 13 a 3 neste sábado, no Levi’s Stadium, na Califórnia.
O êxito na partida garantiu a primeira colocação da equipe de Seattle na Conferência Nacional da NFL. Com isso, o time assegurou a folga na primeira rodada dos playoffs e jogará os duelos da pós-temporada em casa.
No maior estilo “Taylor Swift e Corinthians”, a associação entre papas e o Seahawks virou tema recorrente entre fãs. Em 2005, ano da eleição do papa Bento XVI, a equipe chegou ao Super Bowl XL, mas perderam para o Pittsburgh Steelers. Já em 2013, quando Francisco foi eleito, a equipe conquistou o título ao vencer o Denver Broncos no Super Bowl XLVIII. Agora, com Leão XIV no comando da Igreja Católica, torcedores veem mais um “sinal”.
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“Coincidência ou destino, os torcedores dos Seahawks aprenderam uma coisa: quando a fumaça branca sobe, a esperança pelo troféu sobe junto”, diz uma publicação na rede social Instagram. No X, antigo Twitter, um usuário agradece aos papas por ser “amuleto da sorte” do time.

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No cenário esportivo, a situação é clara: uma vitória neste sábado mantém os Seahawks no topo da divisão e amplia as chances de uma campanha mais curta e favorável até o Super Bowl. Em caso de derrota, o time ainda garante vaga nos playoffs, mas como wild card, sem a vantagem do mando de campo.
Entre estatísticas, coincidências históricas e crenças populares, Seattle entra em campo apostando tanto no desempenho esportivo quanto na curiosa tradição que liga o Vaticano à NFL.