Mistério sobre quebra de medalhas intriga organizadores dos Jogos de Inverno de Milão

Organizadores dos Jogos iniciaram investigação sobre série de incidentes que deixaram medalhistas olímpicos com uma medalha rachada e lascada

Reuters

Breezy Johnson celebra nos Jogos de Inverno
 8/2/2026   REUTERS/Leonhard Foeger
Breezy Johnson celebra nos Jogos de Inverno 8/2/2026 REUTERS/Leonhard Foeger

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MILÃO, 9 Fev (Reuters) – Sejam de ouro, prata ou bronze, as medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina têm uma coisa em comum: podem quebrar.

Os organizadores dos Jogos anunciaram na segunda-feira que iniciaram uma investigação sobre uma série de incidentes que deixaram medalhistas olímpicos, incluindo a campeã norte-americana de esqui alpino Breezy Johnson, com uma medalha rachada e lascada.

“Estamos plenamente cientes da situação e vocês viram as fotos”, disse Andrea Francisi, diretor de operações dos Jogos de Milão-Cortina, em uma coletiva de imprensa na segunda-feira. “Estamos investigando qual é exatamente o problema.”

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“Daremos a máxima atenção às medalhas… para que tudo seja perfeito, porque esta é uma das coisas mais importantes para os atletas.”

Johnson é uma das várias atletas condecoradas na Itália que viram suas medalhas quebrar, rachar e estourar poucos minutos após as cerimônias de premiação nos primeiros dias dos Jogos.

“Está quebrada”, disse Johnson aos repórteres logo após a cerimônia do pódio, mostrando sua medalha rachada e lascada em uma das mãos, enquanto a fita separada pendia em seu pescoço. “Eu estava pulando de alegria, então ela simplesmente caiu.”

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Ela não é a única. O biatleta alemão Justus Strelow teve sua medalha de bronze rachada no chão durante as comemorações na sede da equipe.

A medalha de prata da esquiadora de cross-country sueca Ebba Andersson no esquiathlon teve um destino semelhante.

“A medalha caiu na neve e se partiu em dois”, disse Andersson, segundo a emissora sueca SVT. “Agora espero que os organizadores tenham um ‘plano B’ para medalhas quebradas.”