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O Brasil está oficialmente fora da Copa do Mundo 2026, adiando o sonho do hexa, no que se tornou o maior jejum da Seleção no mundial. Há exatos 24 anos, em 2002, o país conquistava o pentacampeonato. O maior jejum até então havia sido também de 24 anos, entre o tricampeonato de 1970 e o tetracampeonato de 1994.
Porém, o jejum não é uma realidade somente do Brasil. Outras seleções também amargaram derrotas por longos anos até conseguir levantar a taça da FIFA novamente.
A Argentina, por exemplo, levou 36 anos entre o bicampeonato e o tricampeonato, conquistado em 2022.
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Ainda assim, o recorde do maior intervalo entre títulos é do Uruguai, que espera há 76 anos por uma nova chance de alcançar o tricampeonato. A Inglaterra, por sua vez, fica em segundo lugar, com a seleção esperando há 60 anos por um novo título.
O Brasil se consolida no terceiro lugar após a derrota no último domingo por 2 a 1 contra a Noruega. Desde 2002, a Seleção é eliminada nos mata-matas por uma equipe europeia, em jogos que os brasileiros conseguiram marcar apenas um gol — com exceção de 2006, em que perdeu para a França por 1 a 0.
O tempo que as seleções passaram em jejum de Copas do Mundo
- Uruguai: 76 anos — último título em 1950;
- Inglaterra: 60 anos — último título em 1966;
- Brasil: 24 anos — último título em 2002;
- Itália: 20 anos — último título em 2006;
- Espanha: 16 anos — último título em 2010;
- Alemanha: 12 anos — último título em 2014;
- França: 8 anos — último título em 2018;
- Argentina: 4 anos — último título em 2022, mas passou 36 anos entre o bicampeonato e o tricampeonato.