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A Fifa rejeitou a carta da Bélgica solicitando uma cópia da decisão que tornou o atacante da seleção dos Estados Unidos Folarin Balogun elegível para o confronto entre as seleções dos dois países nas oitavas de final da Copa do Mundo nesta segunda-feira (6), após considerá-la um recurso inadmissível, informou a Federação Real Belga de Futebol (RBFA).
A Fifa suspendeu a punição por cartão vermelho imposta a Balogun e o liberou para jogar a partida das oitavas de final depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, pediu pessoalmente ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, que revisasse o caso.
A RBFA afirmou que teve “apenas algumas horas” para agir, sem que nenhuma informação tivesse sido fornecida pela Fifa.
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“Para que um recurso seja admissível, os próprios regulamentos da Fifa estabelecem que a decisão fundamentada deve ter sido comunicada previamente ao recorrente”, afirmou a RBFA em comunicado.
“Enquanto a RBFA buscava apenas explicações legítimas, a própria Fifa criou um recurso e imediatamente garantiu que ele fosse declarado inadmissível.”
“Tudo isso ocorreu enquanto a Fifa, simultaneamente, se recusava a responder aos pedidos legítimos da RBFA.”
A RBFA afirmou que está contestando a elegibilidade de Balogun depois que a Fifa removeu a seção sobre a suspensão automática de jogadores de uma apresentação na reunião de coordenação pré-jogo e não explicou a mudança, apesar de repetidos pedidos verbais e por escrito.
A Reuters entrou em contato com a Fifa para obter comentários.