Diretor do SP Open faz balanço positivo e quer mais público em 2026

"Este torneio marca o renascimento do tênis feminino em São Paulo e no Brasil com um WTA", avaliou Luiz Carvalho antes da final do torneio

Jamille Niero

Publicidade

A primeira edição do SP Open termina neste domingo (14) com balanço positivo após nove dias de jogos no Parque Villa-Lobos, na capital paulista, avaliou Luiz Carvalho, diretor do torneio, em coletiva de imprensa antes da final do torneio, vencida pela francesa Tiantsoa Rajaonah.

Carvalho comentou ainda sobre os próximos passos do WTA da maior cidade das Américas, visando melhorias para 2026.

“O balanço é bem positivo. Este torneio marca o renascimento do tênis feminino em São Paulo e no Brasil com um WTA. O público compareceu em massa, o feedback que a gente tem recebido é super positivo em relação ao parque, à estrutura montada, aos jogos, a atmosfera principalmente. O Boulevard e tudo o que estava acontecendo dentro e fora das quadras.”

Segundo ele, é um passo importante para seguir com a “reconstrução do tênis feminino no que diz respeito a grandes eventos”, salientando que existem “planos ambiciosos para o futuro”.

Planner InfoMoney

Mantenha suas finanças sob controle neste ano

Leia também:

Entre os pontos mais elogiados, o diretor apontou justamente o parque e a localização para o evento. Ele também destaca o desejo de aumentar a capacidade de público para a edição de 2026, com a justificativa de que “há demanda para mais público”.

“Também temos pequenas melhorias de serviços e acesso para implementar. A central tem capacidade para mais público, mas a quadra 1, onde jogaram as brasileiras, ficou lotada. Precisamos corrigir isso. É um desafio parecido com o do Rio Open, quando os duplistas jogam fora da central. Vamos encontrar uma solução”, concluiu.

Jamille Niero

Jornalista especializada no mercado de seguros, previdência complementar, capitalização e saúde suplementar, com passagem por mídia segmentada e comunicação corporativa