Argentina retoma topo do ranking da Fifa às vésperas da Copa e quer quebrar maldição

A seleção de Lionel Scaloni herdou o primeiro lugar após a derrota da França, mas agora precisa quebrar o tabu histórico de que o líder da lista nunca conquista o Mundial

Estadão Conteúdo

Foto: Unsplash
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Considerada uma das candidatas ao título, a Argentina aumentou o seu favoritismo nesta Copa do Mundo ao ser alçada ao topo do ranking da Fifa nesta quinta-feira, após a derrota da França para a Costa do Marfim, em partida amistosa. Essa “dança das cadeiras” na parte de cima da lista, no entanto, carrega uma espécie de “maldição” que surge como mais um desafio para a equipe do técnico Lionel Scaloni.

A desconfiança ganha corpo por um motivo simples. Desde que os times eleitos como os melhores do ranking chegaram nesta condição a uma Copa do Mundo, o título acabou não chegando. A relação da entidade que comanda o futebol no planeta vigora desde 1993.

Num histórico recente, a seleção brasileira acabou sendo refém desse tabu. Em 2022, quando era comandada pelo técnico Tite, a equipe nacional chegou ao Catar na liderança do ranking, mas ficou pelo caminho ao ser eliminada nas quartas de final.

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Os argentinos, que figuravam na época na terceira posição, acabaram ficando com o título ao superar a França do craque Mbappé na grande decisão. Em 2018, a Alemanha foi ainda pior. Considerada a melhor seleção do mundo, os europeus não passaram da fase de grupos.

Pela lista atual, os argentinos lideram essa corrida com 1.874,81 pontos. Os espanhóis, que empataram com o Iraque neste meio de semana, aparecem logo atrás (1.873,01). Fechando o Top-3 surge a França (1.869,43). O Brasil é o sexto colocado nesta classificação (1.762,66).

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