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Estratégia: canal de congestão guarda grande potencial de previsão

Formação de retângulos aparece como ferramenta para definir objetivos, com o rompimento de uma das linhas da congestão

SÃO PAULO - Muitos investidores que usufruem do instrumental de análise técnica para operar, inúmeras vezes se baseiam em diversos osciladores como IFR, Estocástico e Fibonacci, para traçar os eventuais pontos de compra ou venda dos ativos.

Ante a gama de ferramentas dos programas de análise técnica, esquecem de relevar fundamentos básicos como uma tendência, dando maior importância aos índices prontos.

Grafistas famosos, como Joe Ross, enfocam suas análises em padrões de continuação como os retângulos, que tem como principal metodologia identificar o suporte e resistência das formações, ou seja, as congestões do mercado.

Retângulo
Muitas vezes verificados entre as análises, o padrão de continuação, segundo a equipe da Leandro.Stormer, é formado pela existência de duas linhas horizontais que representam um suporte e uma resistência.

Segundo a teoria, necessita-se de três pontos para desenhar um retângulo, sendo dois vinculados a formações de fundo e um de topo, assim como a recíproca é verdadeira.

A partir desta formação simples, deriva-se uma das ferramentas mais úteis para definir o objetivo do ativo, baseada no rompimento de uma das linhas da congestão.

Estratégia
Identificada a formação de congestão, lembra a equipe da Leandro.Stormer, o trader deverá apenas operar nos extremos da formação, ou seja, se o preço chegar no suporte, o investidor compra o papel e aguarda alcançar a linha da resistência, para assim encerrar sua posição.

Para efetuar seus traders, Joe Ross utiliza os TTE (Traders Trick Entry). Basicamente, a ferramenta consiste em seguir o movimento do mercado e aproveitar os rompimentos das congestões para auferir lucros extraordinários, além de se proteger de bruscas quedas.

Porém, ressalta a equipe da Leandro.Stormer, para confirmar a reversão da tendência de congestão, é recomendável observar o acréscimo do volume ante ao movimento, a fim de identificar quão forte a alta, ou baixa, influenciará a oscilação.

 

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