Taxa do empréstimo pessoal nos bancos sobe para 8,66% ao mês em setembro

Taxa média aumentou 0,43 ponto percentual e a diferença entre a menor e a maior taxa chega a 2,74 pontos percentuais

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Após um recuo em agosto, a taxa média de juros do empréstimo pessoal voltou a subir em setembro, passando de 8,23% para 8,66% ao mês, um aumento de 0,43 ponto percentual, segundo pesquisa realizada pelo Procon-SP. Com isso, a taxa equivalente anual passou de 158,42% para 170,87%

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O Bradesco (BBDC4) aumentou sua taxa de 7,47% ao mês para 9,79% a.m., o que significa um aumento de 2,32 p.p., representando uma variação positiva de 31,06%. O Banco do Brasil (BBAS3) também aumentou sua taxa de 7,20% para 7,43%, resultando um aumento de 0,23 p.p., representando uma variação positiva de 3,19%. Os demais bancos mantiveram suas taxas.

O levantamento do órgão de defesa do consumidor, que acompanha as taxas praticadas por seis instituições financeiras, também mostrou que o cheque especial manteve a taxa média de 8% ao mês, o teto máximo permitido.

(Fonte: Procon-SP)

A pesquisa considerou as taxas máximas pré-fixadas destinadas a clientes pessoa física não preferenciais, independentemente do canal de contratação. Para o empréstimo pessoal, foi considerado contrato com prazo de 12 meses; para o cheque especial, o período de 30 dias. As taxas foram coletadas em 1º de setembro de 2026.

Orientação ao consumidor

O Procon-SP orienta que o empréstimo pessoal deve ser utilizado apenas em situações de emergência ou para substituir dívidas com juros ainda mais altos. Antes de contratar qualquer modalidade de crédito, o consumidor deve pesquisar e comparar as condições oferecidas pelas instituições financeiras.

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Há linhas de crédito que podem apresentar condições mais favoráveis, especialmente para aposentados, servidores públicos, consumidores que tenham restituição de Imposto de Renda a receber ou aqueles cuja empresa possua convênio para crédito consignado. Assim, avaliar essas alternativas pode reduzir significativamente o custo da dívida.