Pandemia

Senado dos EUA aprova pacote de US$ 484 bilhões para apoiar pequenas empresas e hospitais em meio ao coronavírus

Após a votação unânime do Senado, o projeto segue para a Câmara, que pretende aprová-lo até quinta-feira

Bandeira dos EUA (Crédito: Shutterstock)
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SÃO PAULO – O Senado dos EUA aprovou nesta terça-feira (21) um pacote de US$ 484 bilhões para fortalecer pequenas empresas e hospitais afetados pela pandemia de coronavírus, além de expandir os testes para o Covid-19.

Após a votação unânime do Senado, o projeto segue para a Câmara, que pretende aprová-lo até quinta-feira.

O presidente Donald Trump disse que assinaria a medida e iniciaria discussões sobre uma próxima rodada de estímulo.

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O novo pacote fornecerá US$ 320 bilhões para reabastecer o Programa de Proteção a Folhas de Pagamento para pequenas empresas, que faz parte do estímulo de US$ 2 trilhões aprovado no final do mês passado e ficou sem dinheiro na semana passada.

A aprovação fará com que o governo receba novos candidatos ao programa, que oferece empréstimos perdoáveis para pequenas empresas que mantêm os funcionários na folha de pagamento por oito semanas.

O projeto de lei prevê uma destinação de US$ 30 bilhões dos fundos de empréstimos PPP (parcerias público-privadas) para bancos e cooperativas de crédito, com US$ 10 bilhões a US$ 50 bilhões em ativos e outros US$ 30 bilhões para instituições ainda menores.

Além disso, o plano inclui US$ 60 bilhões em empréstimos e doações para um programa separado de empréstimos para desastres econômicos; US$ 75 bilhões para hospitais, com uma parcela significativa destinada àqueles nas áreas rurais; e US$ 25 bilhões para testes de vírus.

Os fundos para testes de Covid-19 incluem US$ 18 bilhões para estados, municípios, territórios e tribos, US$ 1 bilhão para os Centros de Controle e Prevenção de Doenças e US$ 1,8 bilhão para os Institutos Nacionais de Saúde.

Em coletiva, Trump afirmou que o projeto dá um suporte “tremendo” às pequenas empresas e hospitais e reforçou que os estados americanos vão reabrir de forma segura, afirmando que o país quer voltar ao trabalho.

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(Com Bloomberg)

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