Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA têm leve baixa

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 1.000 na semana encerrada em 24 de janeiro, para 209.000 em ‌dado ajustado sazonalmente

Reuters

Bandeira dos EUA (Foto: Pixabay)
Bandeira dos EUA (Foto: Pixabay)

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WASHINGTON, 29 Jan (Reuters) – O número ‍de norte-americanos que entraram com ⁠novos pedidos de auxílio-desemprego diminuiu ligeiramente na ‍semana passada, ainda consistente com um nível relativamente baixo de demissões, embora a fraqueza das ‌contratações fraca esteja alimentando a ansiedade das famílias em relação ao mercado de trabalho.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 1.000 na semana encerrada em 24 de janeiro, para 209.000 em ‌dado ajustado sazonalmente, informou o Departamento do Trabalho ‌nesta quinta-feira. O nível de pedidos da semana anterior foi revisado para cima em 10.000, para 210.000.

Economistas consultados pela Reuters previam 205.000 pedidos para a última semana. Os ‌dados incluíram o feriado de Martin Luther King Jr na última segunda-feira.

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Os pedidos tendem ​a ser voláteis em torno dos feriados públicos. Os dados já estavam instáveis em meio às dificuldades de ajustar os números para as flutuações sazonais em torno do fim de ano. É provável que haja mais volatilidade nas próximas semanas, depois que uma tempestade de inverno cobriu grande parte do país no fim ​de semana ⁠com neve e ⁠temperaturas congelantes.

Os pedidos de auxílio-desemprego permanecem baixos em termos históricos, ‌com as empresas relutantes em demitir funcionários enquanto avaliam o que os economistas chamam de um cenário econômico em constante mudança, ‍principalmente relacionado às tarifas sobre as importações.

O chair do Federal Reserve, Jerome Powell, ​disse a ‌repórteres na quarta-feira que “os indicadores do mercado de trabalho sugerem que ‍as condições podem estar se estabilizando após um período de enfraquecimento gradual”. O banco central dos EUA manteve sua taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75%.

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