Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA têm leve alta

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 1.000 na semana encerrada em 17 de janeiro

Reuters

Candidatos a emprego em uma feira de empregos em Boone, Carolina do Norte, em outubro. Fotógrafa: Allison Joyce/Bloomberg
Candidatos a emprego em uma feira de empregos em Boone, Carolina do Norte, em outubro. Fotógrafa: Allison Joyce/Bloomberg

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WASHINGTON, 22 Jan (Reuters) – O número ‍de norte-americanos que entraram ⁠com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou ‍menos do que o esperado na semana passada, sugerindo que o mercado de ‌trabalho manteve um ritmo estável de crescimento de empregos em janeiro.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 1.000 na semana encerrada em 17 de janeiro, para ‌um número ajustado sazonalmente de 200.000, ‌informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 210.000 pedidos para a última semana.

Os desafios para ajustar os dados às ‌flutuações sazonais em torno da temporada de festas de fim de ano ​e da virada do ano fizeram levaram ruídos aos dados de pedidos de auxílio-desemprego nas últimas semanas. Mas, em meio à volatilidade, o mercado de trabalho permaneceu no que os economistas e as autoridades chamam de estado de ‘baixa contratação e baixa demissão’.

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Economistas dizem que as ​políticas agressivas ⁠de comércio ⁠e imigração do presidente Donald Trump reduziram tanto a ‌demanda quanto a oferta de trabalhadores. As empresas também não têm certeza de suas necessidades de pessoal, ‍pois investem pesadamente em inteligência artificial, limitando as contratações.

Os dados de auxílio ​abrangeram o ‌período durante o qual o governo pesquisou os empregadores ‍para o relatório de emprego de janeiro. Foram abertas em dezembro 50.000 vagas de trabalho, praticamente em linha com a média mensal de 2025.

(Reportagem de Lucia Mutikani)