Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem na última semana

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 4.000

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27 Ago (Reuters) – O número ⁠de norte-americanos que solicitaram ⁠auxílio-desemprego caiu na semana passada, sugerindo ‌que o mercado de trabalho permanece estável apesar de uma queda inesperada ‌no número de empregos em julho.

Enquanto isso, o déficit comercial de bens dos EUA, que o presidente Donald Trump está tentando reduzir por meio do ⁠uso ‌agressivo de tarifas sobre produtos importados, ⁠aumentou em julho.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 4.000, para 203.000 em dado com ajuste sazonal na semana encerrada em 22 de ​agosto, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters ​previam 208.000 pedidos para a última semana.

Os pedidos estão oscilando na faixa inferior do intervalo de 189.000 a 230.000 para este ano, indicando ‌que as demissões permanecem baixas mesmo ​que as contratações estejam fracas. A taxa de desemprego dos EUA recuou novamente no mês passado ⁠para ​4,1%, um ​nível historicamente baixo.

A estabilidade do mercado de trabalho, se ⁠mantida, pode permitir ​que o Federal Reserve mantenha seu foco na contenção da inflação, que vem ficando ​acima de sua meta de 2% há 65 meses consecutivos.

Um relatório ​separado do ⁠Departamento do Censo mostrou que o déficit comercial de ⁠bens dos EUA aumentou para US$118,8 bilhões em julho, ante US$101,4 bilhões em junho. As exportações caíram 2,9%, enquanto as importações aumentaram 3,7%.