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Pandemia

CEO da Pfizer diz que uma terceira dose da vacina pode ser necessária dentro de 12 meses

Reforço do imunizante seria aplicado 12 meses após a segunda dose; CEO também diz que vacinação anual é possível

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Vacina contra Covid-19 da Pfizer (REUTERS/Dado Ruvic)
Vacina contra Covid-19 da Pfizer (REUTERS/Dado Ruvic)

SÃO PAULO – Albert Bourla, CEO da Pfizer, afirmou que as pessoas “provavelmente” precisarão de uma terceira dose de reforço da vacina contra a Covid-19 dentro de 12 meses após receberem as duas doses previstas atualmente. Ele se pronunciou durante um evento promovido pela CVS Health, grupo americano que gerencia farmácias, seguros de saúde, entre outras empresas.

Ele também disse que é possível que as pessoas precisem ser vacinadas contra o vírus anualmente. “É extremamente importante reduzir o grupo de pessoas que podem ser suscetíveis ao vírus”, afirmou ao site CNBC, durante o evento com a CVS Health, que aconteceu no início de abril, mas só foi divulgado ao público nesta quinta-feira (15).

A Pfizer afirmou também no início de abril que sua vacina era mais de 91% eficaz na proteção contra a Covid-19 e até 95% eficaz contra casos graves da doença até seis meses após a segunda dose. A vacina da Moderna, que usa tecnologia semelhante à da Pfizer, também se mostrou altamente eficaz seis meses após a segunda dose.

Os dados da Pfizer foram baseados em mais de 12 mil participantes vacinados. No entanto, os pesquisadores dizem que mais dados ainda são necessários para determinar se as proteções vão ser prolongadas depois desses seis meses previstos.

Na manhã desta quinta-feira (15), David Kessler, responsável pela administração contra a Covid-19 do governo de Joe Biden, disse que os americanos deveriam receber injeções de reforço para proteção contra variantes do coronavírus, segundo informações do CNBC.

Kessler explicou aos legisladores dos EUA que embora as vacinas atualmente autorizadas sejam eficazes e protejam as pessoas, observou que as novas variantes podem “desafiar” a eficácia das vacinas.

“Não sabemos tudo neste momento. Estamos estudando a durabilidade da resposta do anticorpo. […] Acho que para fins de planejamento, devemos considerar ter que impulsionar [a proteção com mais uma dose]”, disse ao Subcomitê da Câmara.

Vale lembrar que, em fevereiro, a Pfizer e a BioNTech, parceira da farmacêutica na produção, disseram que estavam testando uma terceira dose de sua vacina Covid-19 para entender melhor a resposta imunológica contra as novas variantes do vírus.

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