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Apesar de “barulho na política”, Guedes diz confiar na democracia brasileira

Guedes afirmou que o Brasil atravessou um "bom primeiro ano" e citou a aprovação da reforma da Previdência

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O ministro Paulo Guedes faz anúncio sobre medidas para conter impactos do coronavírus
(Albino Oliveira – Ascom/Ministério da Economia)
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que tem confiança na capacidade de processamento da democracia brasileira. Guedes participa nesta segunda, 20, de live organizada pelo BTG Pactual.

“Vai dar tudo certo. Democracia brasileira é barulhenta, é natural, por definição de espaços. Estamos assistindo a aperfeiçoamento institucional”, completou.

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Guedes afirmou que o Brasil atravessou um “bom primeiro ano” e citou a aprovação da reforma da Previdência. O ministro disse que havia dúvidas sobre a aprovação da reforma, mas que sempre acreditou no processo democrático. “Modelo econômico, com excesso de gastos públicos, está equivocado e deixou o Brasil prisioneiro do baixo crescimento”, acrescentou.

O ministro lembrou que parte da expansão dos gastos públicos foi para financiar a inclusão social e o sistema de saúde. “Me ressinto há anos de não exigir contrapartida. Tínhamos que cortar de outro lado”, completou.

Guedes acrescentou que o governo começou 2020 com projetos legislativos em bom andamento, em “processo virtuoso” para encaminhar as reformas administrativa, pacto federativo e reforma tributária.

“Seria um ano com pouco barulho político. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi muito colaborativo. Começamos o ano otimistas”, disse.

Guedes defendeu que a economia cresceu no primeiro ano do governo mesmo sendo um ano de reformas e que indústrias e o crédito privado cresciam a dois dígitos. “Economia estava crescendo na margem em 1,7% e a arrecadação crescendo 20% acima do previsto”, completou.

O ministro disse que “há muita exploração política” em apontamentos que mostram a queda na arrecadação em fevereiro, por exemplo, que, segundo ele, ocorreu porque se compara um mês recorde em 2019. “Já aprendemos a conviver com isso, é lamentável, mas é assim”, completou.

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