Aneel avalia na terça ICMS sobre energia em áreas isoladas no AM

Processo pode resultar na correção de contratos de fornecimento de energia no Amazonas

Estadão Conteúdo

Projeto Riacho Grande (em construção) - Imagens aéreas - Fotos Visita LT Tronco Furnas -

Descrição sobre o Projeto Riacho Grande, em São Paulo, ABC.

 

O empreendimento contempla 44,6 km de linhas de transmissão subterrâneas de 345 kV, divididos em dois circuitos, 9 km de linha de transmissão aérea de 345 kV, e três subestações, sendo duas ampliações (Miguel Reale e Sul) e uma nova subestação compacta e abrigada com 800 MVA de potência localizada em São Caetano do Sul, ideal para centros urbanos. O projeto, arrematado no lote 7 do Leilão de Transmissão nº 01/20 realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), tem o prazo máximo de entrega definido para março de 2026.

- R$ 1,1 bilhão de investimento (Capex Aneel);
- 44,6 km de linhas de transmissão subterrâneas, divididos em dois circuitos;
- 9 km de linha de transmissão aérea;
- 3 subestações (uma nova e duas ampliações);
- 800 MVA de potência;
- 2,2 mil empregos locais.
Projeto Riacho Grande (em construção) - Imagens aéreas - Fotos Visita LT Tronco Furnas - Descrição sobre o Projeto Riacho Grande, em São Paulo, ABC. O empreendimento contempla 44,6 km de linhas de transmissão subterrâneas de 345 kV, divididos em dois circuitos, 9 km de linha de transmissão aérea de 345 kV, e três subestações, sendo duas ampliações (Miguel Reale e Sul) e uma nova subestação compacta e abrigada com 800 MVA de potência localizada em São Caetano do Sul, ideal para centros urbanos. O projeto, arrematado no lote 7 do Leilão de Transmissão nº 01/20 realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), tem o prazo máximo de entrega definido para março de 2026. - R$ 1,1 bilhão de investimento (Capex Aneel); - 44,6 km de linhas de transmissão subterrâneas, divididos em dois circuitos; - 9 km de linha de transmissão aérea; - 3 subestações (uma nova e duas ampliações); - 800 MVA de potência; - 2,2 mil empregos locais.

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A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) analisa na próxima terça-feira, 5, o processo relativo aos contratos do leilão 02/2016, que pode resultar na correção de contratos de fornecimento de energia no Amazonas. O voto do relator Fernando Mosna, divulgado na última semana, e que será apreciado pelo colegiado é favorável à correção do erro técnico.

Na avaliação da Abrace Energia, associação que representa os grandes consumidores industriais, o leilão feito para atender comunidades isoladas no Amazonas continuam embutindo o valor do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) mesmo após ele ter deixado de incidir sobre geradores de energia.

O problema teria surgido a partir de decretos estaduais publicados entre 2017 e 2018, teriam transferido a responsabilidade pelo recolhimento do tributo à Amazonas Energia.

Contudo, na prática, os geradores foram desonerados – mas os contratos não foram ajustados, com os valores sendo repassados à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), causado um prejuízo de R$ 2 bilhões aos consumidores.