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Saiba como reinvestir o pagamento do Tesouro IPCA + 2019

Especialista do escritório de investimentos Eu Quero Investir dá dicas paras os investidores. 

Mais de 122 mil investidores pessoas físicas do Tesouro Direito, plataforma digital de títulos públicos do governo federal, receberam seus vencimentos do Tesouro IPCA + 2019 na quarta-feira (15). Ao todo, o governo desembolsou R$ 9 bilhões, maior valor da história desde que o TD abriu o mercado para o investidor comum.

Os títulos foram emitidos em janeiro de 2013 e estiveram disponíveis até fevereiro de 2017. Quem comprou em 2013, teve uma taxa de rendimento de cerca de 3% ao ano além da variação da inflação, ou seja, um retorno acumulado de 64% em seis anos. Já quem comprou o papel em 2017, se aproveitou de taxas maiores, cerca de 5,5% mais a inflação.

Apesar do cenário atual não estar com taxas tão atraentes, já que a Selic está em 6,5% ao ano — seu menor patamar — voltar a investir em Tesouro Direto pode ser uma boa ideia.

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“O Tesouro Prefixado está pagando em percentuais de CDI (Certificados de Depósito Interbancário) quase o mesmo valor de quando a Selic estava em 14% ao ano. O momento parece não tão bom, mas se o investidor acredita no crescimento do país e que os juros devem cair em alguns anos, ele pode comprar prefixado e ganhar com o ágio”, explica Juliano Custódio, fundador e CEO do escritório de investimentos Eu Quero Investir.

No entanto, essa não é a única opção. Dependendo do perfil do investidor, o tipo de investimento pode ser mais arriscado. Para Custódio, moderados e arrojados devem cogitar comprar ações.

“O mais conservador deveria comprar um pós-fixado. Porém, com as quedas das bolsas, se o investidor aceitar um pouco mais de risco, ele deveria optar por alocação da bolsa. É um cenário interessante porque as ações e fundos de ações estão mais baratos”, complementa Custódio.

O especialista também destaca a importância de ter um assessor de investimentos para evitar erros que comprometam a rentabilidade futura, como por exemplo, investir em apenas um produto durante anos.

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“Hoje mais do nunca está complicado ler a situação econômica. É necessário ter um agente autônomo que escolha as melhores ações para você. Ele que tem o trabalho de acompanhar as ações de perto e indicar os produtos que beneficiam os clientes”, diz.

Segundo os resultados da segunda edição da pesquisa Raio X do investidor brasileiro, da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), 77% das pessoas levam em consideração a liquidez de uma aplicação financeira. Porém, a maioria permanece com o dinheiro aplicado, por, em média, nove anos. Isso significa que o brasileiro privilegia a liquidez, mas não se beneficia dela, decidindo muitas vezes por aquilo que não é adequado para as próprias necessidades.

 “Por causa do momento de incertezas, muitos estão esperando o cenário ficar mais claro. No entanto, quando a situação econômica se estabilizar, as ações vão estar mais caras, fundos valorizados e títulos não vão estar com taxas tão boas. Essa é a hora de extrair do mercado. Por isso, a importância do assessor”, complementa Juliano Custódio. 

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