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Brasil pode enfrentar escassez de energia entre 2021 e 2022

O investimento de R$ 174 bilhões previsto para o setor pode não ser suficiente caso a economia tenha crescimento sólido

A chamada “crise do apagão” completa 17 anos, mas muitas empresas ainda lembram dessa situação traumática como se fosse ontem. O problema é que o episódio pode se repetir em um futuro breve. Se o Brasil voltar a ter um crescimento econômico sólido e robusto, o país pode enfrentar novos problemas de abastecimento entre 2021 e 2022. Esta é a análise de Antonio Bento, CEO da IBS Energy, gestora de energia que atua há 15 anos no mercado.

“Se tivermos um crescimento econômico [PIB] na ordem de 2,5% a 3% ao ano, ainda que os investimentos planejados se concretizem, vamos enfrentar, sem dúvida, escassez de energia e preços mais elevados”, afirma Bento em entrevista ao Estúdio InfoMoney (confira no vídeo abaixo).

Para impedir que a crise de 2001 volte a assombrar o mercado, o Ministério de Minas e Energia apresentou, no ano passado, um plano de expansão de energia até 2026. O plano prevê o investimento de R$ 174 bilhões no setor de energia até 2026. Mesmo considerando a realização integral deste aporte, haverá um déficit na oferta de energia de 15 giga watts. Isso equivale à energia necessária para abastecer 6,7 milhões de brasileiros — é mais do que a população inteira da cidade do Rio de Janeiro (6,52 milhões de pessoas).

O problema principal é que o plano prevê uma expansão maior das energias intermitentes: eólica e solar. Com o plano, a participação dessas duas fontes de energia na nossa matriz energética deve ascender dos atuais 9% para 18% até 2026. Depender exclusivamente dessas fontes pode impor riscos para a operação, dado exatamente à impossibilidade de assegurar o abastecimento regular dos combustíveis.

Como então suprir a necessidade energética do país? A solução pode ser a geração de energia por meio de outra fonte considerada limpa: a biomassa. Atualmente, a biomassa é responsável por 9% da matriz energética nacional. Neste processo, a geração é feita por meio de termelétricas, que utilizam como fonte principalmente a biomassa do cavaco da madeira ou do bagaço da cana. Diferente da energia eólica e solar, é possível ter o controle da produção de biomassa no país e, dessa forma, saber efetivamente quanto de energia será gerada.

Diante desse cenário desafiador, as empresas precisam se prevenir e buscar alternativas desde já para garantir energia. A IBS Energy, que é especializada em soluções integradas para gestão de energia, está planejando a construção de uma termelétrica a base de biomassa em um projeto inovador no país, com modelo inédito de contratação. Para saber mais sobre a iniciativa da IBS acesse o site, clicando aqui. 

 

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