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“Nossa meta é chegar a R$ 1 bilhão antes do fim do ano”, diz sócio da Messem Investimentos

Escritório associado a XP Investimentos chega a São Paulo com objetivo de se tornar um dos maiores players do mercado

SÃO PAULO - A Messem Investimentos conseguiu alcançar três anos atrás a marca de R$ 100 milhões em patrimônio. Naquele momento seus associados estabeleceram a meta de duplicar esse valor em 10 vezes, sonho que está próximo de se realizar. “Nossa meta é chegar a R$ 1 bilhão antes do fim do ano”, diz sócio da Messem Investimentos, Mauro Silveira.

Silveira tornou-se sócio do negócio em 2008, um ano após a criação do escritório, quando a empresa se afiliou a XP Investimentos. Neste início, a empresa funcionava apenas como uma casa de ações, até que entre 2010 e 2011, a XP abriu a plataforma e passou a trabalhar com produtos de Renda Fixa e Fundos. Essa foi a grande virada da Messem, que conseguiu se adaptar ao novo modelo e hoje possui uma equipe de quase 50 assessores, distribuídos em quatro escritórios: Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Porto Alegre e o mais recente aberto há um mês em São Paulo.

A vinda para São Paulo segue a estratégia de expandir o negócio e se estabelecer no centro econômico e financeiro do Brasil. Muitas assessorias de investimentos estão trabalhando hoje com equipe mais enxutas, poucos investidores, com grandes carteiras. Mas a Messem possui um modelo que vai na contramão dessa tendência, com um número maior de clientes. “Acreditamos muito no crescimento em formato de exército. Quanto mais soldados tivermos, melhor”, ressalta Silveira, que pretende aumentar a equipe de 50 para 70 agentes autônomos. 

O escritório possui hoje 2.000 clientes ativos e R$ 700 milhões em patrimônio, com uma carteira focada principalmente em renda fixa, que representa aproximadamente 80% do capital. A renda variável corresponde de 10% a 15% do patrimônio e o restante são produtos de previdência.

Apesar da crise econômica que o país enfrenta, Silveira acredita que esse pode ser um momento favorável para que o brasileiro se preocupe mais em proteger seu patrimônio, buscando formas mais eficientes de aplicar seu dinheiro. “Vemos o mercado americano como modelo, mas eles estão fazendo isso há 40 anos e nós estamos há menos de 10 anos. Mas o brasileiro vai investir diferente, como todas as pessoas do mundo fizeram. Isso é uma questão de tempo”.

 

 

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