Zona Azul: pagamento eletrônico e por talão é discutido na Câmara

Parquímetros, zona azul eletrônica e talão foram os temas da última reunião da Comissão do Sistema Zona Azul

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SÃO PAULO – As formas de pagamento do sistema de pagamento da zona azul foram os temas discutidos durante reunião da Comissão de Estudos do Sistema Zona Azul, da Câmara Municipal de São Paulo, realizada na quinta-feira (27). Houve divergências entre as vantagens do parquímetro e dos talões do sistema.

Para Hélio Cerqueira, presidente da Estapar, empresa que fornece o parquímetro em 11 municípios da cidade, esse sistema é mais eficiente que o talão. Já para Claudinei Barduque, representante da Goodmix, empresa que opera 70% das vagas da zona azul, o talão é cômodo e barato.

Parquímetro x talão

“O cidadão paga praticamente o dobro por esse serviço [dos talões], existe o problema da falsificação”, acredita Cerqueira. “Existem tecnologias complementares, mas nunca vão substituir o parquímetro, um sistema transparente”.

Por meio do parquímetro, o motorista digita no ponto fixo o tempo pelo qual deseja estacionar, até um limite de duas horas, paga pelo tempo que informou que ficaria no estacionamento e o equipamento emite o recibo. Caso o motorista ultrapasse o tempo informado ou não efetue o pagamento, ele será autuado, pois há o monitoramento por imagens.

Barduque rebateu as críticas de Cerqueira. “Nós pregamos que o talão de zona azul é um sistema muito barato e cômodo. No caso dos parquímetros, todo sistema fica no equipamento. Nosso sistema não precisa de nenhum equipamento especializado para fazer a venda de crédito”, ressaltou.

Zona azul eletrônica

Na região dos Jardins, 2.700 vagas são atendidas pela nova zona azul eletrônica. O sistema funciona como o sistema de recarga de celulares pré-pagos e ainda está em fase de testes.

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De acordo com pesquisa realizada pelo TCM (Tribunal de Contas do Município), o novo sistema já teve pouca adesão e apresentou problemas técnicos.