Xiaomi vende três vezes mais celulares, com ganhos que dobraram para US$ 12 bi

As vendas da empresa com sede em Pequim antes dos impostos subiram para 74,3 bilhões de yuans (US$ 12 bilhões) no ano passado

Bloomberg

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A Xiaomi, entre cujos investidores está o bilionário Yuri Milner, mais do que dobrou sua receita em 2014, de acordo com uma postagem de blog do CEO Lei Jun.

As vendas da empresa com sede em Pequim antes dos impostos subiram para 74,3 bilhões de yuans (US$ 12 bilhões) no ano passado, escreveu Lei em seu microblog no dia 3 de janeiro. A empresa vendeu 61,1 milhões de celulares, 227% a mais do que no ano anterior. A Xiaomi planeja lançar seu smartphone Redmi e vai realizar uma entrevista coletiva de imprensa no dia 15 de janeiro para falar sobre um produto “importante e emblemático”, de acordo com a postagem.

A maior vendedora de smartphones da China disse no dia 29 de dezembro que sua avaliação havia subido para US$ 45 bilhões depois de uma rodada de financiamento de US$ 1,1 bilhão que incluiu investidores como a DST de Milner, a GIC Pte de Cingapura e a All-Stars Investment. A empresa agora é a firma de capital fechado mais bem avaliada do setor de TI, disse Lei.

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Xiaomi, que significa “painço” em chinês, foi fundada em 2010 para fazer softwares para celulares que rodam o sistema Android do Google. A empresa lançou depois vários produtos, incluindo um tablet, um conversor de televisão e TVs que se conectam com a internet.

No trimestre que terminou no dia 30 de setembro, a Xiaomi ficou em terceiro lugar em vendas, atrás da Samsung Electronics Corp. e da Apple. Seu objetivo é vender 100 milhões de celulares neste ano.

A Xiaomi tem o mesmo potencial que o Facebook e o Alibaba Group Holding para chegar a uma avaliação de US$ 100 bilhões, disse Milner, o primeiro dos três investidores, no mês passado.