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SÃO PAULO – A gigante chinesa Xiaomi finalmente desembarcou no Brasil. Depois de imagens sugestivas no Facebook e o suspense, a empresa anunciou nesta terça-feira (30) o início das vendas do smartphone Redmi 2, do monitorador de atividades Mi Band e do banco de energia PowerBank.
O smartphone é o carro chefe de vendas: concorrente direto do iPhone 6, o Redmi possui tela de 4,7 polegadas, o sistema operacional Miui 6 – baseado no Android -, o processador Snapdragon 410 (o mesmo do Galaxy A5 Duos), e 8GB de memória; como diferencial técnico, o aparelho é o primeiro a ter suporte Dual Sim 4G – ou seja, é possível usar o 4G em ambos os chips.
O que chama atenção, além das características técnicas, é o preço fora do visto no mercado, de R$ 499 por smartphone – frente a R$ 3.200 pelo iPhone 6 de 16GB. Segundo Hugo Barra, vice-presidente da Xiaomi, essa é uma das tradições da empresa: oferecer qualidade a um preço justo.
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O celular está disponível em diversas cores e, a princípio, será vendido apenas pelo site mi.com a partir do dia 7 de julho, mediante inscrições feitas no mesmo site a partir das 16h de hoje.
A Mi Band, por sua vez, é uma pulseira que monitora as atividades do usuário, inclusive seu sono. Ela automaticamente detecta quando ele vai dormir e o desperta alguns minutos antes de acordar de fato.
Por fim, terceiro produto que será vendido no Brasil, o Mi Power Bank é um banco de energia, famoso “carregador portátil”, de 10400 mA, capazes de carregar o Redmi 2 até 3,5 vezes sem precisar ser conectado a uma fonte.
Por enquanto, o smartphone é o único produto da empresa a ser fabricado no Brasil, em Jundiaí. Os demais ainda vêm de exportação e também serão vendidos através do site, nas mesmas datas.