Vai viajar? Saiba que tipo de pacote de refeição é melhor para seu perfil

Viajante pode optar por meia-pensão, pensão completa ou all-inclusive, de acordo com o tipo de viagem ou o destino

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SÃO PAULO – Quem programa uma viagem sabe que precisa escolher, junto com o pacote, o tipo de alimentação que será oferecida pelo hotel durante a estadia. Entre as opções oferecidas, existem a meia-pensão, a pensão completa e o sistema all-inclusive.

Com tantas opções, fica difícil decidir o que é melhor para o bolso e também para o perfil do viajante. “É comum a pessoa mudar o destino para adequar a viagem ao bolso”, afirma a gerente de Vendas da CVC, Luciana Fioroni.

Alguns viajantes costumam ficar em dúvida se estes pacotes de refeição realmente valem à pena ou comer em restaurantes da região pode ser financeiramente mais vantajoso. “Comer fora é bem mais caro do que comer no hotel”, esclarece Luciana, levando em consideração a alta temporada, quando os preços para os turistas se elevam.

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Refeições para cada perfil
De acordo com a gerente, a meia-pensão, que oferece café da manhã e jantar, é indicada para quem deseja viajar, mas pretende passar a maior parte do dia fora do hotel, retornando apenas no final da tarde.

Já a pensão completa, que oferece café da manhã, almoço e jantar, sem as bebidas incluídas, são ideais para quem opta por roteiros mais tranquilos, aqueles mais afastados dos centros urbanos.

Quem quer optar por pacotes com direito a todas as refeições e petiscos pode contratar o all-inclusive, que oferece as três refeições, com bebidas alcoólicas e não alcoólicas, petiscos e sorvetes. “O diferencial desse pacote é que o consumidor pode parcelar o valor junto com a viagem, deixando o dinheiro que for levado para a viagem exclusivamente para o lazer”, explica Luciana.

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Segundo a gerente, os pacotes all-inclusive são muito contratados por quem vai viajar para resorts e também por famílias com idosos ou crianças.

A gerente ainda aconselha que o consumidor responda a algumas perguntas antes de contratar o pacote, como: quantas pessoas vão viajar?; o que gostam de fazer?; o que gostam de comer?; e principalmente, quanto pretendem gastar na viagem? “O consumidor jamais deve fechar um pacote de viagem por impulso”, finaliza.

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