Uber volta atrás e deixa de restringir modelo de carro para categoria Black

A empresa cedeu a reclamações de usuários; veja os modelos que voltam a ser liberados no serviço
Logo da Uber
20/01/2023
REUTERS/Arnd Wiegmann
Logo da Uber 20/01/2023 REUTERS/Arnd Wiegmann

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A Uber recuou de restrição anunciada há cerca de duas semanas para uso do modelo Basalt, da Citröen, na categoria Black. O anúncio foi realizado pelo aplicativo na segunda-feira (27), após reclamações de usuários e motoristas. O recuo, porém, tem data para terminar, pois a companhia apenas adiou a proibição para 31 de dezembro do próximo ano.

O outro modelo excluído, Renault Kardian, segue fora da lista de permissões para a categoria Black e não poderá mais integrar a categoria a partir de 5 de janeiro de 2026. O modelo SUV da Citröen será acerto para cadastramento até 31 de dezembro de 2025 e seguirá válido para rodar em todas as categorias do aplicativo de transportes até o último dia de 2026.

A revisão da lista de modelos aceitos em cada categoria é realizada todos os anos pela Uber. Entre os quesitos revisados, estão tanto o ano mínimo de fabricação aceito como os modelos que não serão mais aceitos.

“Os veículos da nova lista foram determinados com base em aspectos apontados pelos usuários como importantes para a decisão na hora de pedir viagens nas categorias Comfort e Black”, afirma a Uber no comunicado oficial sobre os modelos.

Além do Kardian, a companhia também deixará de aceitar no Black o Tiggo 3X, da Chery; E-2008, da Peugeot; Tiggo 3, da Chery; Kona Hybrid, da Hyundai; J3 Turin e iEV 40, da JAC Motors. No comunicado, a Uber também destacou que os modelos da categoria Black devem ter ar-condicionado, 4 portas e cores preto, chumbo, prata, cinza, azul-marinho, marrom ou branco.

Na categoria Comfort, o Renault Logan também deixará de ser aceito, seja qual for o ano da fabricação.

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Camille Bocanegra
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Camille é jornalista do InfoMoney e atua como repórter de mercados e do Ibovespa Ao Vivo, cobrindo ações brasileiras e internacionais, além de acompanhar o mercado de câmbio. Antes disso, trabalhou na divisão editorial do Research da XP e possui graduação em Direito.