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Um turista alemão ganhou uma indenização de 986,70 euros — o equivalente a R$ 5,7 mil — após não conseguir aproveitar as espreguiçadeiras do hotel em que se hospedou com a família na ilha de Kos, na Grécia.
Durante as férias, ele resolveu viajar com sua esposa e dois filhos para aproveitar a paisagem paradisíaca da ilha, mas se deparou com uma batalha diária para encontrar uma espreguiçadeira em que pudesse descansar.
Todos os dias, mesmo acordando antes do sol nascer, ele não conseguiu um espaço para aproveitar a piscina com a família. No processo, segundo a BBC, o homem alegou que a operadora de turismo deixou que uma prática se perpetuasse durante toda a viagem: os outros hóspedes dominavam as cadeiras com uma toalha que supostamente “reservava” o espaço.
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Esse costume entre os resorts gerou um processo contra a operadora, julgado em um tribunal distrital em Hanôver, na Alemanha. O tribunal deu razão ao turista e definiu como “defeituoso” o pacote de férias vendido.
Apesar da empresa ter devolvido 350 euros, a Justiça determinou que a compensação deveria ser de 986,70 euros.
Mesmo sabendo que a companhia de viagens não tinha controle direto sobre a vaga da espreguiçadeira, o juiz alegou que cabia à operadora assegurar uma estrutura com quantidade “razoável” de lugares disponíveis por hóspede.
