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SÃO PAULO – A Câmara federal aprovou na semana passada um PL que permite a fabricação da “pílula do câncer”, como ficou conhecida a droga fosfoetanolamina sintética, criada na USP São Carlos.
Apesar de ainda faltarem testes para comprovar seus reais efeitos contra o câncer, o composto foi permitido com base no direito de que as pessoas têm se responsabilizar por suas próprias escolhas. Caso a medida passe também pelo Senado e presidência, a droga poderá ser usado antes de um possível registro da Anvisa para casos de tumores malignos em fase adiantada.
A medida de exceção não significa ainda que a droga passará a ser usada em larga escala, já que a Universidade de São Paulo diz não ter capacidade de produzi-la comercialmente – o Conselho Redional de Farmácia do Estado de São Paulo chegou a denunciar as condições de produção. Desta forma, ainda não se sabe que laboratório produzirá a fosfoetanolamina.
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De acordo com o site Saúde!Brasileiros, hoje o investimento total para os testes seria de R$ 2 milhões, e cada pílula do composto tem custo de produção de R$ 0,10.