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SÃO PAULO – Sediar uma Olimpíada ajuda a aquecer a economia de um país. É o que indica um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) sobre o impacto dos jogos olímpicos nas cidades-sedes, regiões e países.
Segundo a Agência Brasil, os pesquisadores se basearem nos números das Olimpíadas de Barcelona, em 1992, Sidney, em 2000 e Pequim, em 2008.
Turismo
O estudo também indicou que o turismo é um dos fatores que mais crescem nos países que realizam uma Olimpíada. De acordo com fontes oficiais, 45% de turistas norte-americanos afirmaram que estavam dispostos a conhecer Sidney após a cidade ter sido anunciada como sede dos jogos de 2000.
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Além disso, os jogos também podem melhorar a taxa de desemprego, sendo que em Barcelona, a taxa, que entre 1986 e 1992 estava crescendo, caiu de 18,4% para 9,6% após o evento.
Já em Pequim, as Olimpíadas foram o começo para adoção de uma nova política de meio ambiente e infra-estrutura, que deve durar até 2015. Estimam-se que os investimentos até essa data sejam de US$ 1,1 bilhão.
Cuidado ao candidatar-se
Mas os especialistas do instituto também alertam para o fato de que, antes de candidatar-se a cidade-sede do evento, é preciso levar em consideração as discussões sobre o tema.
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Para o Ipea é necessário observar desde a relação custo-benefício de organizar um evento internacional e calcular os investimentos para atender critérios democráticos e sociais.