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SÃO PAULO – Em meio ao boom das novas tecnologias ao Brasil passa por um consumo desenfreados de aparelhos celulares, smartphones e tablets, mas até que ponto é saudável a compra desses novos produtos?
Segundo o professor tecnologia do ciclo básico do Instituto Mauá de Tecnologia, Ricardo Aurélio Roverso Abrão, a decisão de adquirir novos produtos tecnológicos é muito particular, mas deve-se levar em consideração três considerações: O nove é sempre mais caro, vai baratear ao longo do tempo e com certeza é pior que a nova versão.
O especialista ainda explica que a compra é saudável quando o consumidor pesquisa a relação custo-benefício. Ou seja. Quanto eu vou pagar e quanto eu vou ter retorno com esse novo produto.
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Outra pergunta que o consumidor deve se fazer é: o gasto é imediato, mas e o retorno é imediato também?
Se o objeto é apenas desfilar com a nova tecnologia, é mais saudável esperar um pouco para comprar.
“Quando tínhamos as TVs de tubo e saíram as TVs de plasma custavam R$ 40 mil. Hoje é possível ter uma TV muito mais fina por R$ 4 mil”, explica Abrão
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Melhor momento para comprar
Antes de adquirir um produto pesquise para saber a quanto tempo essa tecnologia está no mercado. Veja também a tendência de queda dos preços e se há previsão de lançamento de uma nova versão.
“As pessoas precisam pesquisar antes de comprar, o Blue-Ray, por exemplo, não se deve mais comprar porque a tendência é não existir mais essa tecnologia”, explica.
O que fazer com as versões anteriores
De acordo com o professor, em agosto de 2010 foi sancionada uma lei, baseada na política de resíduos sólidos, que regulamenta a logística reversa. As empresas são obrigadas a recolher versões tecnologias ultrapassadas.
Obviamente, nos casos de em que os aparelhos não estão tão ultrapassados o consumidor deve tentar vender.
O professor também explica que algumas empresas têm programas de logística reversa, onde o consumidor devolve o produto da marca e ganha crédito pra comprar outros produtos.
Aplicativos
O especialista ainda alerta sobre os cuidados com a compra de aplicativos por impulso. É preciso analisar se você realmente vai fazer uso de desse aplicativo.
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Uma boa dica para evitar a compra de aplicativos por impulso é não deixar o cartão de crédito cadastrado nas lojas virtuais.
A maioria dos aplicativos pagos disponibiliza uma versão beta gratuita para teste. Baixe a versão gratuita para saber se realmente o produto irá satisfazer sua necessidade.
Não esqueça de ler a opinião dos usuários nos posts das lojas virtuais antes de comprar um aplicativo.