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SÃO PAULO – Pode ser que a realidade que conhecemos não seja mais a mesma – e isso não está muito longe de acontecer. E um novo dispositivo eletrônico, o Oculus Rift, é a promessa de mudar a realidade e grande parte do que conhecemos e faz parte dela.
Criado por Palmer Luckey, de apenas 21 anos, e sua empresa Oculos VR, os óculos de realidade virtual está perto de mudar os “mercados de jogos, filmes, TV, música, design, medicina, sexo, esportes, artes, turismo, redes sociais, educação e até mesmo a própria realidade”, segundo a revista Wired.
Ele é destinado para jogos eletrônicos, apresentando imagens em 3D que se movem conforme o usuário move a cabeça – assim, ele desfaz qualquer diferença entre a realidade cotidiana e a virtual, já que o usuário “faria parte do jogo”.
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Mas, como? O Oculos Rift possui um sistema estereoscópico 3D, 360 graus de visibilidade, som surrounding conectado aos ouvidos e um software que atinge diretamente o córtex cerebral. E, independente da situação e contexto em que estiver no mundo real, ele pode dar a experiência contrária e fazer com que você sinta estar vivendo isso.
Em relação ao cinema, por exemplo, a Oculus VR está utilizando o curta Lost, deste ano, para testar a tecnologia. “A realidade virtual me transformou em um personagem de filme, em um pequeno vagalume brilhante. E o melhor disso? Eu tive essa experiência virtual ao mesmo tempo que uma pessoa também teve ao meu lado. Nos encontramos fisicamente e virtualmente”, relata repórter do site Engadget.
Recentemente comprado pelo Facebook por US$ 2 bilhões, a versão comercial do produto será entregue a partir do primeiro trimestre de 2016 – apenas a versão do desenvolvedor foi comercializada em 2012 no site de financiamento coletivo Kickstarter, arrecadando mais de US$ 2 milhões em menos de 36 horas.
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Mais informações sobre a versão final devem ser divulgadas na próxima quinta-feira (11), em evento feito pela empresa.