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SÃO PAULO – Os radares móveis de fiscalização de trânsito, que em setembro foram reativados em caráter de testes em São Paulo, voltarão a multar no início de outubro, segundo informou a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).
Os 40 equipamentos, que terminarão de ser reinstalados até o fim deste mês, estão sendo regulados para oferecer maior precisão de imagem e melhor desempenho.
Dois deles, na avenida Sumaré (Zona Sul), já estão multando carros que extrapolam o limite de velocidade. A partir do início do próximo mês, todos eles entrarão em pleno funcionamento, após cerca de três meses desativados, e vigiarão 300 pontos da cidade, alternadamente.
Reativação econômica
Em junho, foi descoberto que o consórcio responsável pela operação dos radares mantinha cinco aparelhos a menos que o combinado, o que levou à desativação.
Agora, a Secretaria Municipal de Transportes fechou um contrato com outras operadoras para a instalação de aparelhos novos e mudou a forma de pagamento: em vez de ser por multa aplicada, o valor será fixo.
Serão gastos R$ 14 mil por aparelho mensalmente (R$ 3,36 milhões ao todo), uma economia de 64% em relação ao que era gasto até junho. A contratação, que durará seis meses, foi feita em caráter emergencial, para encurtar a burocracia e trazer os radares à ativa o mais rápido possível.