Prefeitura de São Paulo bate recorde com programa de recapeamento

Em pouco mais de um ano, a Prefeitura recapeou 498,8 quilômetros com investimentos de R$ 163,43 milhões

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SÃO PAULO – Grande parte dos buracos conhecidos dos motoristas foram recapeados num total de 498,8 quilômetros entre ruas e avenidas em pouco mais de um ano.

A Prefeitura de São Paulo fez um investimento de R$ 163,43 milhões para garantir a seguranças de cerca de 5,5 milhões de veículos e quase 15 mil ônibus que circulavam pela cidade.

Programa de recapeamento

O programa que teve início em outubro de 2005 bateu recordes, ultrapassando os 316 quilômetros recapeados entre 1998 e 2004.

Para atingir este objetivo, a capacidade de produção das usinas de asfalto aumentou de 100 toneladas/dia, em janeiro de 2005, para 1,5 a duas mil toneladas/dia.

Segurança e ecologia

Além de garantir a seguranças dos motoristas, o programa de recapeamento utilizou um material mais ecológico, o chamado asfalto de borracha.

As ruas da cidade de São Paulo foram pavimentadas com um material composto de 15% de pó de pneus e a tendência é utilizar cada vez mais este pavimento reciclado.

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“Este tipo de material aumenta a durabilidade e qualidade do asfalto, permitindo tráfego mais suave e seguro, além de prolongar a vida útil do pavimento”, afirma o engenheiro Sérgio Alcalá, supervisor de obras da Superintendência das Usinas de Asfalto.

Investimento

Em dois anos, a Prefeitura de São Paulo pavimentou 128,7 quilômetros de ruas de terra nas regiões periféricas, com investimento de R$ 22,12 milhões.

Outro investimento feito pela Prefeitura foi com relação ao capeamento de ruas com paralelepípedo. Os moradores das Subprefeituras de São Miguel, Vila Maria/Vila Guilherme, Ipiranga, Mooca, Campo Limpo, Guaianases, Vila Prudente, Freguesia do Ó, Penha, Santo Amaro, Santana, Butantã e Pinheiros.

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“Embora ecologicamente viável, com decorrer do tempo a superfície do paralelepípedo fica polida e escorregadia, oferecendo risco à segurança, tanto para motoristas quanto para pedestres”, explica Alcalá.