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SÃO PAULO – Como se não bastassem os gastos extras típicos de janeiro, seja com impostos ou faturas das compras de Natal, o início do período letivo também traz seus custos com material escolar. Para que o orçamento doméstico não estoure já no começo do ano, vale a pena pesquisar e pechinchar ao máximo.
De acordo com pesquisa realizada pela Fundação Procon em nove papelarias de todas as regiões da capital paulista, a diferença de preços entre produtos idênticos pode chegar a absurdos 311,11%. É o caso do lápis preto nº 2 redondo, que teve seus valores oscilando de R$ 0,18 até R$ 0,74.
A segunda maior variação de preços, na casa de 263,64%, foi registrada no apontador de lápis com depósito plástico, comprado por R$ 0,33 num estabelecimento da região sul da cidade, e por R$ 1,20 numa papelaria da mesma localidade.
Vale destacar que a comparação de preços foi efetuada somente entre os itens encontrados em mais de três estabelecimentos. Pelo que comprovam os números do Procon, a região norte de São Paulo é o local com preços médios mais em conta.
Como economizar?
Ao verificar discrepâncias de preços tão elevadas, a pesquisa do Procon revela que o consumidor não deve comprar os materiais escolares logo na primeira papelaria que encontrar, pois assim corre o risco de pagar até três vezes mais por um produto idêntico da mesma marca.
Uma outra dica para evitar gastos excessivos é fazer um balanço do que restou de itens do ano anterior, analisando o que pode ser reaproveitado para este novo período letivo.
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Algumas lojas também concedem descontos para compras em grandes quantidades, o que se torna uma grande vantagem se for possível reunir um grupo de consumidores.
Em linhas gerais, o que vale é ficar atento e não ter preguiça de pesquisar. Se ainda assim o cliente encontrar problemas na hora da compra, ele pode também entrar em contato com a Fundação Procon-SP pelo telefone (11) 3824-0446.