Preço do álcool sobe 2,13% na primeira quinzena de dezembro, aponta IBGE

De acordo com o levantamento, a gasolina, também ficou mais cara, com alta de 0,07% no período; combustíveis encareceram 0,24%

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SÃO PAULO – Em dezembro, o preço do álcool voltou a subir, porém registrou uma alta mais fraca, de 2,13%, que a registrada em outubro, de 6,75%, de acordo com o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado nesta semana pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Mesmo com a alta do preço do derivado de cana, o preço do litro da gasolina se manteve estável, com leve alta de 0,07%, depois de registrar um aumento de 1,92% no mês passado.

De forma geral, os combustíveis encareceram 0,24% no Brasil em novembro, na comparação com outubro.

Análises
Considerando as variações do acumulado deste ano, o preço do álcool está 2,87% mais caro e a gasolina pesa 1,46% a mais no bolso do motorista. Os combustíveis, no geral, ficaram 1,53% mais caros no período. O GNV também registrou alta, de 0,68%.

De janeiro à primeira quinzena de dezembro, os destaques ficaram com Salvador e Recife, que registraram altas de 9,81% e 3,40% nos preços da gasolina, nesta ordem. As cidades também apresentaram as maiores elevações dos preços do etanol, de 11,11% e 7,82%, respectivamente.

Já Curitiba e Belém foram as únicas capitais, dentre as analisadas pelo IBGE, que registraram quedas nos preços do derivado de petróleo de 2,19% e 0,07%, respectivamente.

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Quanto à gasolina, Belém e Fortaleza registraram quedas nos preços do etanol, de 4,06% e 3,63%, na ordem. Curitiba também apresentou recuo, de 1,28%.

Inflação dos combustíveis
acumulada de janeiro a dezembro 2010 
Capital Combustíveis Gasolina Álcool
Rio de Janeiro 2,36% 2,17% 1,87%
Porto Alegre 1,09% 1,04% 2,16% 
Belo Horizonte 1,93% 2,09% 6,05% 
Recife 3,94% 3,40% 7,82% 
São Paulo 1,47% 1,32% 3,72% 
Distrito Federal 0,35% 0,26% 2,85% 
Belém -0,35% -0,07% -3,63% 
Fortaleza 0,07% 0,17% -4,06% 
Salvador 9,84% 9,81% 11,11% 
Curitiba -2,10% -2,19% -1,28% 
Goiânia 1,04% 1,01% 1,67% 
Nacional 1,53% 1,46% 2,87% 

Fonte: IBGE