Preço de passagens aéreas cai 8,83% em fevereiro, mostra IBGE

Todas as capitais analisadas apresentaram queda; SP foi a capital que apresentou maior redução, de 11,07%

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SÃO PAULO – Em fevereiro deste ano, as passagens aéreas caíram 8,83%, em média, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (17) no IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Todas as 11 capitais analisadas pelo instituto apresentaram queda. O destaque ficou com o São Paulo, com recuo de 11,07% frente ao mês anterior.

No ano, as passagens aéreas acumulam alta de 0,78%, com destaque para Porto Alegre, com alta de 4,65%. Em 12 meses, o preço das passagens já acumula alta de 64,07%, sendo que o Rio de Janeiro teve a maior alta, de 79,88%, como mostra a tabela abaixo:

Variação do preço das passagens aéreas
Capital Fevereiro Acumulado  12 Meses
Rio de Janeiro -7,31% 2,82% 79,88%
Porto Alegre -3,99% 4,65% 68,74%
Belo Horizonte -9,97% 1,21% 57,59%
Recife -6,22% 0,82% 74,96%
São Paulo -11,07% 0,05% 49,30%
Distrito Federal -8,60% 3,83% 62,34%
Belém -6,68% -6,68% -6,68%
Fortaleza -7,51% -1,81% 68,84%
Salvador -10,16% -5,13% 63,41%
Curitiba -6,67% -1,38% 73,97%
Goiânia -12,84% -11,63% 68,31%
Nacional -8,83% 0,78% 64,07%

Transportes
A queda dos preços das passagens aéreas contribuiu para a retração no grupo Transportes – que, além das passagens aéreas, é composto por ônibus urbano, táxi, trem, ônibus intermunicipal, ônibus interestadual, ferry-boat, metrô, barco e transporte escolar -, cuja variação foi de -0,05% neste mês.

O Distrito Federal e Goiás foram as capitais onde o transporte teve a maior queda, de 1,13% e 0,49%, nesta ordem. Em fevereiro, apenas três capitais registraram aumento nos preços – Rio de Janeiro (1,37%), Recife (0,31%) e Belo Horizonte (0,04%).

Já no acumulado do ano, os transportes ficaram 0,74% mais caros. No Rio de Janeiro, o grupo registrou aumento de 3,31%, sendo este o mais intenso. Em seguida, vêm Belo Horizonte (2,26%), e Recife (0,96%). Em 12 meses, a alta no grupo de transportes foi de 4,79%.