Porta-malas pequeno? Veja algumas soluções para falta de espaço

Para aumentar a capacidade de carga de automóveis, usuários compram acessórios que podem ajudar na hora do problema

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SÃO PAULO – Na hora de viajar, porta-malas pequenos ou ocupados por cilindros de gás não oferecem espaço suficiente às famílias grandes. Para aumentar a capacidade de carga de automóveis, usuários compram acessórios que podem ajudar, caso ocorra esse tipo de problema.

Alguns desses acessórios merecem cuidados especiais. Se não estiverem bem fixados no veículo podem prejudicar sua carga.

Bagageiros

Bagageiros do tipo caixa, por exemplo, precisam ser instalados sobre um rack cujo valor não está incluído no da caixa. Quem escolher essa opção poderá também transportar objetos diretamente sobre o rack ou sobre um bagageiro aberto, mas alguns cuidados devem ser tomados.

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As formas de fixação do rack são muitas: em frisos na carroceria, no vão entre a porta e o teto ou na longarina. O motorista precisa observar que a instalação de alguns tipos de bagageiro requer furos no teto.

Bicicletas

Na hora de transportar bicicletas, a instalação de equipamentos adequados é ainda mais importante. Os suportes podem ser fixados no porta-malas, no engate ou na própria carroceria.

Levar bicicletas no exterior no carro é regulamentado por resolução do Conselho Nacional de Transito (Contran). Suportes de tetos alteram a aerodinâmica e o consumo e provocam ruídos. Carros pequenos sentem mais as alterações. Deve-se levar em conta a altura para não raspar a bicicleta.

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Se transportadas na parte traseira do automóvel, não poderão ultrapassar os limites laterais do veículo.

Reboque nos engates

Reboques fixados nos engates podem levar pequenos compartimentos, desde baús até carretas para motos. O engate deve ter esfera maciça, corrente de segurança, cantos arredondados e instalação elétrica para permitir o funcionamento das luzes do reboque. O peso não pode exceder a carga máxima de tração do engate.

Com reboque, o carro tem retomadas e acelerações mais lentas. Por isso, é preciso cuidado nas ultrapassagens e espaço maior para frenagens. Como o reboque não tem a mesma estabilidade de um carro, o motorista não deve correr, especialmente em curvas ou conversões.