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SÃO PAULO – Há diferentes maneiras de ter a placa do carro danificada: acidente, erro de manobra em lugares apertados ou até colisão com o engate de outro veículo.
Como resultado, a placa pode ficar amassada, solta ou ter sua tinta arrancada em determinadas partes. Se houver um acidente sério, pode ser completamente inutilizada.
O que fazer, então? Circular com ela em mal estado dá multa? Qual é o critério para definir até que ponto é possível continuar com a placa e quando é hora de trocar? E se for realmente preciso substituí-la, qual é o custo do procedimento?
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O importante é a visibilidade
A lei mede o estado da placa pelo parâmetro da visibilidade: o importante é que a localidade e a seqüência alfa-numérica de identificação impressas nela sejam legíveis para fiscais e radares eletrônicos.
Caso esteja fora desse padrão, o problema deve ser reparado. Segundo o Detran (Departamento de Trânsito), não há problema caso o proprietário resolva fazer isso com as próprias mãos, desamassando a placa em uma oficina ou retocando com tinta as partes apagadas, desde que não haja alteração das cores (preto para os caracteres e cinza para o fundo) nem das informações.
2ª via no Detran
Outra opção é procurar o Detran para trocar a peça. A colocação da segunda via da placa tem o mesmo custo de uma relacração: R$ 53,63. Caso o motorista escolha que o serviço seja feito a domicílio, esse valor sobe para R$ 76,62.
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O dono do automóvel pode procurar um despachante para fazer a solicitação da substituição e o pagamento junto ao Detran e até levar o veículo para o local, ou ir pessoalmente com o original do CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo), do CRV (Certificado de Registro do Veículo) e do RG.