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SÃO PAULO – Depois do aumento nos preços da gasolina e do diesel colocado em vigor nesta sexta-feira (26), a Petrobras já sugere que novos reajustes podem acontecer até o final do ano. Segundo o diretor financeiro da empresa, José Sérgio Gabrielli, tudo “depende do mercado”. Ou seja, o acréscimo está condicionado à possibilidade de novas altas nas cotações internacionais do petróleo.
O executivo da estatal ainda contradisse o discurso da empresa e do Governo, ao afirmar que as eleições municipais afetaram a política de reajustes da Petrobras.
Gasolina 4,2% mais cara
O último aumento do preço da gasolina nas refinarias, ocorrido nesta sexta-feira, foi de 4,2%, enquanto o do diesel chegou a 8%. Trata-se da segunda elevação em 42 dias.
A companhia não anunciou qual será o impacto do reajuste no bolso do consumidor.
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