Conteúdo editorial apoiado por

Para proteger dados bancários, 71% preferem a impressão digital

Percentual supera a média mundial, de 67%; senha pessoal e leitura da íris também são considerados confiáveis

Publicidade

SÃO PAULO – Para validar suas identidades em bancos, agências governamentais e outras organizações, os brasileiros preferem métodos biométricos, como a impressão digital e a leitura da íris, como forma de proteger seus dados dos fraudadores e evitar prejuízos, segundo pesquisa da Unisys Corporation.

Métodos biométricos são aqueles que utilizam alguma parte singular do corpo para identificação da pessoa. Dentre eles, a impressão digital é o mais popular. Cerca de 71% dos brasileiros preferem proteger seus dados por esse meio. Outro método biométrico de proteção de dados popular entre os brasileiros é a leitura da íris: cerca de 60% confiam nesse mecanismo.

A boa e velha senha pessoal ainda tem a confiança de 67% das pessoas que vivem no País.

Variações

Criticados por muitos como invasivos, os métodos biométricos não são bem vistos pelos brasileiros a partir de 55 anos. Ainda assim, essa geração confia menos ainda na identificação por foto: 34% deles rejeitam esse método.

Já os da faixa etária entre 18 e 34 anos preferem a utilização da impressão digital e de senha pessoal para proteção de dados. A pesquisa registrou aceitação desses recursos em um percentual que varia de 72% a 77%.

No mundo

Cerca de 67% dos consumidores do mundo também confiam mais nos leitores de impressão digital em detrimento de outros métodos de identificação.

Continua depois da publicidade

Leitores faciais são considerados confortáveis por 44% dos consumidores globais e 38% deles preferem a leitura de vasos sanguíneos da mão.