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O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, não venceu o Oscar na categoria estreante deste ano de Melhor Direção de Elenco. A inédita estatueta ficou Cassandra Kulukundis, pelo trabalho em Uma Batalha Após a Outra.
Também concorriam ao prêmio Hamnet: A vida antes de Hamlet, Marty Supreme e Pecadores.
A categoria de Melhor Direção de Elenco foi apresentado na cerimônia com um ator representante de cada longa indicado. Coube a Wagner Moura apresentar o filme brasileiro: “O Agente Secreto… [o público aplaude e Wagner sorri] se passa no Brasil no fim dos anos 1970. Gabriel Domingues teve que preencher o filme com pessoas que tinham o rosto que parecia pertencer àquela época”, discursou.
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“Gabriel, você conseguiu. Tanto com os papéis menores, quanto com os maiores. Isso deu vida imensurável ao nosso filme. Você usou sua técnica para moldar o mundo inteiro em O Agente Secreto. E para isso quero dizer: ‘Parabéns’ [Moura fez o discurso em inglês, mas disse a última palavra em português]”, finalizou o ator brasileiro.
Apesar da derrota na categoria, O Agente Secreto segue na disputa em outras categorias importantes da cerimônia, incluindo Melhor Ator para Wagner Moura, Melhor Filme Internacional e Melhor Filme.
Nova categoria do Oscar
A categoria de Melhor Direção de Elenco foi criada pela Academia para reconhecer o trabalho de casting, responsável pela escolha dos atores que compõem um filme. O prêmio valoriza a combinação entre intérpretes principais e coadjuvantes e a forma como o conjunto de atuações contribui para a construção da narrativa.
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O reconhecimento do casting passou a ser discutido nos últimos anos na indústria cinematográfica, já que diretores de elenco desempenham papel central na formação do universo dos filmes, embora raramente recebam premiações nas principais categorias.
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