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SÃO PAULO – O número de cheques pré-datados diminuiu 0,47% no quinto mês de 2009, na comparação com o mês anterior, revela estudo da TeleCheque divulgado nesta segunda-feira (29).
Isso porque o volume de folhas pré-datadas emitidas alcançou 80,27% do total transacionado em maio.
Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a queda foi um pouco maior, de 1,47%.
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Negociações flexíveis
De acordo com o vice-presidente da TeleCheque, José Antônio Praxedes Neto, “o cheque, está sendo uma forte ferramenta de capital de giro parra o varejo, já que o mercado financeiro – bancos, factorings e financeiras – têm feito mais operações de garantia de recebíveis.”
Para ele, o cheque é um instrumento seguro e barato e deve recuperar os índices atingidos no ano passado nos próximos meses.
“Esse meio de pagamento garante o aquecimento do mercado, uma vez que permite as compras e não compromete o bolso do consumidor (…) A expectativa agora é que o número de cheques pré-datados aumente, principalmente porque os lojistas precisam acabar com os estoques acumulados desde o Natal e o Dia das Mães, épocas em que se previa vender mais. Agora, eles precisam oferecer parcelamentos, para facilitar a aquisição de novos bens e manter o capital de giro.”
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Indicador por estado
Em maio, os maiores índices de cheques pré-datados foram verificados em Pernambuco (90,90%), Rio Grande do Norte (88,88%) e Maranhão (88,65%).
Entre os diferentes segmentos, Calçados segue na liderança, com o maior uso de cheque pré-datado nos pagamentos: 89,96%. Em seguida, aparecem Móveis e Decoração (88,58%) e Automotivos (87,57%).