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SÃO PAULO – As novas tarifas para a telefonia fixa de longa distância nacional (DDD) e internacional (DDI), que deveriam ser definidos pelo Conselho Diretor Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) na última sexta-feira (14), só deverão ser divulgadas nesta semana, mas ainda sem a definição de uma data.
De acordo com a assessoria da agência, tratava-se apenas de uma previsão que não foi confirmada. Mesmo assim, os técnicos do órgão estimam que as tarifas interurbanas cairão entre 2,7% e 2,8%.
Redução será menor para Embratel
Somente as contas da Embratel sofrerão reduções menores porque a empresa não aumentou seus preços em 2,94% no ano passado, o que fez a data-base do reajuste da empresa passar para junho de 2004.
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A redução para as chamadas de longa distância nacional é inédita desde a privatização, assim como a queda de 0,3759% a 0,5134% para as tarifas locais, que começaram a vigorar nesta segunda-feira (17).
Já para as chamadas de longa distância internacional (DDI), a Embratel (única concessionária desse tipo de serviço) precisará baixar cerca de 9% este ano.
Para as outras empresas (como Intelig, GVT) e as próprias teles fixas (Telefônica, Telemar, Brasil Telecom), por se tratarem de empresas autorizadas, poderão praticar preços livres, sem regulação.
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DDD e DDI servirão como teto
Como as operadoras, por meio de planos alternativos, cobram menos do que os valores autorizados pela Anatel, os preços das chamadas DDD e DDI servirão como um teto.
Depois da publicação do reajuste negativo no “Diário Oficial da União”, as empresas deverão fazer o mesmo em jornais de grande circulação para que só então os novos valores sejam aplicados depois de 48 horas.