Publicidade
SÃO PAULO – A cada novo lançamento da Apple, os números parecem se multiplicar. Não é tão difícil encontrar aparelhos celulares que ultrapassam os R$ 3 mil, e quando se trata de um MacBook, os preços podem chegar tranquilamente a mais de R$ 10 mil. Muitos driblavam isso trazendo produtos da Apple de outros países, mas com o dólar nas alturas essa opção também perdeu força.
Com cerca de 100 lojas espalhadas pelo país, as redes iPlace e iPlace Mobile anunciaram na semana passada a possibilidade de comprar seus aparelhos através de consórcio. O sistema funciona igual aos consórcios tradicionais, como de carro e imóveis.
O consumidor paga mensalidades durante 36 meses e no fim desse prazo terá acesso ao crédito para adquirir o bem desejado. Mas há formas para diminuir essa espera. O consorciado poderá ser contemplado em um dos sorteios mensais ou ainda dar um lance e se vencer também consegue a carta de crédito.
Planner InfoMoney
Mantenha suas finanças sob controle neste ano
Como exibido no site da loja, ao escolher uma carta de crédito de 3.200 reais para comprar um iPhone (valor do iPhone 6 de entrada), por exemplo, o cliente vai pagar um total de 36 parcelas de 99,97 reais, que resultará em um total 3598,92 reais.
O mesmo ocorre para Macs. Para comprar um MacBook Air (11 polegadas e 128 GB), que custa R$ 8.999, o consórcio sugere 36 parcelas mensais de R$ 265,59, que totalizará R$ 9.561,24.
Na verdade, consórcio de eletrônicos não é algo assim tão incomum, apesar de produtos Apple serem, sim, uma novidade. De acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac), no país há 28,6 mil participantes ativos de consórcio de eletrônicos e bens duráveis. Para quem não sabe hoje é possível utilizar o sistema para quase tudo, além de produtos, você pode fazer consórcio de serviços: como viagem, festa de casamento e até mesmo cirurgia plástica.