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SÃO PAULO – A companhia aérea brasileira Azul anunciou à imprensa, neste dia da mentira, uma suposta decisão arriscada: em junho deste ano, passaria a realizar voos domésticos com o modelo supersônico Concorde, que saiu de circulação depois de um acidente que matou 113 pessoas na França em 2000. Claro, era uma brincadeira.
De acordo com um comunicado enviado à imprensa, que é falso, o jato passaria a operar a partir dos aeroportos de Viracopos e Congonhas, com voos para Marília, Araçatuba, Montes Claros, Passo Fundo, Belo Horizonte (Confins), Rio de Janeiro (Santos Dumont) e Recife. O texto ainda continha uma tabela com os horários de partida e chegada dos voos: havia trechos de 10 minutos de duração – o que faria pouco sentido, dada a possibilidade de realizar voos muito mais longos em pouco tempo.
O texto trazia até mesmo algumas citações de altos executivos da empresa, e os contatos corretos da assessoria. O texto pode ser encontrado no site oficial da Azul.
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Produzido entre 1965 e 1978, o Concorde foi fruto de uma união de esforços entre as agências mericana, francesa, inglesa e soviética e custou enormes investimentos aos governos da Inglaterra e da França. Além do acidente, a aeronave recebia críticas por alegados problemas ambientais, como poluição atmosférica e os altos ruídos provocados ao ultrapassar a barreira do som. Ela saiu de circulação em 2003 e seus recordes de velocidade ainda não foram superados.