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SÃO PAULO – O acesso à internet em locais como lan houses não é de uso exclusivo de pessoas com poder aquisitivo mais baixo, que não possuem acesso residencial. Segundo a pesquisa F/Radar, da F/Nazca S&S, 33% dos usuários da classe A/B utilizam a internet em locais de acesso pago, como os estabelecimentos mencionados acima.
O índice é semelhante ao verificado entre as pessoas da classe C, na qual 34% acessam a web por meio de lan houses. Porém, considerando o acesso em casa, as porcentagens são díspares, de 58% para a classe A/B e de 15% na C.
Considerando todos os internautas brasileiros, 29% acessam a rede por meio de locais pagos, enquanto 23% acessam em casa, 20% na casa de parentes ou amigos, 14% no trabalho e 10% na escola ou faculdade. Também há 8% que usam postos de acesso público e gratuito e 6% que usam dispositivos móveis, como celulares.
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Outras formas de acesso
Na classe A/B, além do acesso residencial, o uso da internet em casa de parentes e amigos é o mais recorrente, com 36%. Também tem destaque o acesso no trabalho, com 31%, e na escola ou universidade, com 20%. Postos de acesso público e gratuito aparecem com 12%, enquanto dispositivos móveis, como celulares e smartphones, contabilizam 11% dos acessos nessa classe social.
Já entre as pessoas da classe C, o acesso na casa de parentes, com 20%, só perde para as lan houses. Em seguida, aparecem o acesso em casa (15%) e no trabalho, com 11%. Já 9% das pessoas dessa classe social usam a web nas escolas ou na faculdade, enquanto 8% acessam por meio de postos públicos e gratuitos e apenas 5% usam dispositivos móveis.