Publicidade
SÃO PAULO – O ministro das Cidades, Márcio Fontes, afirmou que espera ver, no futuro, os chips de identificação veicular sendo usados para multar motoristas por excesso de velocidade em todo o País.
O sistema, que visa aumentar a segurança da população, otimizar a gestão do tráfego e melhorar a fiscalização de veículos na capital, consiste na instalação de chips para identificação de veículos que circulam em toda a cidade.
Sistema
De acordo com a Resolução 212 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), os Detrans (Departamentos Estaduais de Trânsito) terão de etiquetar eletronicamente todos os carros zero quilômetro que licenciarem ou que tiverem seus cadastros alterados a partir da data estabelecida.
InfoMorning
Informações, análises e recomendações que valem dinheiro
Em São Paulo, a idéia é instalar as antenas em pontos estratégicos da cidade. Com isso, será possível a identificação automática de algumas infrações, como o descumprimento do rodízio e o tráfego de carro por faixas de circulação exclusiva de ônibus.
Instalação
Em São Paulo, que será a primeira cidade do Brasil a ter a identificação eletrônica de veículos, a instalação do chip deverá começar em maio do próximo ano.
Caso o veículo não esteja com a identificação eletrônica, o motorista será multado em R$ 127. O custo da instalação virá de um fundo municipal (que está sendo regulamentado) com recursos de multas.
Continua depois da publicidade
Segundo o presidente da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), Roberto Scaringella, os donos dos veículos não terão custo.
Multas
Para que os veículos sejam multados por excesso de velocidade com base nas informações captadas por antenas, é preciso haver uma regulamentação do Contran (Conselho Nacional de Trânsito).
Atualmente, a infração só pode ser detectada por equipamentos como radares e lombadas eletrônicas. Os chips, por sua vez, têm como finalidade apenas identificar o veículo.