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SÃO PAULO – Na última quinta-feira (12), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse não ser possível reajustar o salário mínimo para R$ 350,00, antecipar de maio para março o aumento e reajustar a tabela do Imposto de Renda Pessoa Física em 10%, tudo ao mesmo tempo.
“O impacto no orçamento seria gigantesco, impossível de ser incorporado integralmente”, afirmou o parlamentar na Câmara dos Deputados, onde foi se encontrar com o presidente da casa, Aldo Rebelo.
Centrais sindicais
Marinho participou ainda de uma reunião com representantes de centrais sindicais na última quarta-feira (11). Como a proposta de aumento do salário mínimo para R$ 360 não foi aceita, os sindicalistas propuseram que o mínimo fique em R$ 350, porém, que tenha o novo valor pago a partir de março, em vez de maio.
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Luiz Marinho considerou a reunião realizada com as centrais “boa” e disse que um acordo está sendo fechado.
O ministro ainda afirmou que todos os cálculos estão sendo feitos e o impacto de cerca de R$ 2 bilhões no orçamento será avaliado. “O adiantamento não me parece possível, mas quem vai tomar esta decisão é o presidente Lula”, completou.
Na próxima quinta-feira (19), o ministro se encontra com o presidente para discutir o reajuste do salário mínimo.