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SÃO PAULO – Em março, o código malicioso de maior ocorrência foi o INF/Autorun, que executa diversas ações automáticas quando um meio externo é lido pelo computador, como CD, DVD ou um dispositivo USB.
Segundo o relatório ThreatSense.Net, da ESET, esse tipo de malware representou 10,3% do total apurado.
Outros códigos
No terceiro mês do ano também cresceu a detecção de diferentes tipos de códigos maliciosos, assim como o número de malwares nos dispositivos USB, que continuam como a principal ameaça aos usuários desde dezembro de 2007.
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“A grande diversidade de malware nas primeiras posições do ranking de fevereiro e março colocam em evidência a importância comercial deste tipo de códigos maliciosos para seus criadores. Os usuários de Internet encontram-se muito vulneráveis a estas falhas, que são aproveitadas constantemente pelos hackers para continuar propagando globalmente diversos tipos de códigos maliciosos”, afirma o CEO da Protagon Segurança de Dados, Breno Pilar de Mattos.
Além do INF/Autorun, o código Win32/Adware.SearchAid, que executa pop-ups em diversos navegadores, também apresentou um grande número de ocorrências, respondendo por 4,42% das detecções.
Outro malware com grande número de ocorrências foi o Win32/Adware.Virtumonde, com 2,81%, que é utilizado para enviar publicidade de diversos produtos e serviços aos usuários infectados.
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Tendência
Segundo a ESET, a cada mês aumenta a diversidade de ameaças de computador. “Por isso, é indispensável educação e capacitação do usuário para reconhecer e evitar estes tipos de enganos que, na grande maioria, buscam o roubo de identidade e de dinheiro, já que os criadores de códigos maliciosos utilizam a engenharia social como principal técnica de propagação”, afirma Mattos.