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SÃO PAULO – O uso do cinto de segurança aparentemente estava incorporado à rotina dos usuários de veículos, tanto motoristas quanto passageiros. Entretanto, um estudo da Sbot (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia) demonstrou outra tendência.
De acordo com a pesquisa “Comportamento dos jovens no trânsito”, feita com 1.034 estudantes de faculdade públicas e privadas de São Paulo e do Rio de Janeiro, em 2007, 93% dos passageiros que sentavam no banco da frente usavam o equipamento.
Porém, na enquete realizada este ano, entre os dias 6 e 7 de novembro, o montante das pessoas que vão de carona e usam o cinto de segurança caiu para 85%.
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Motorista e banco traseiro
O levantamento ainda revelou que, entre os motoristas, o índice dos que utilizam a proteção teve uma redução mínima em um ano, passando de 96% para 95% entre 2007 e 2008.
Enquanto isso, se levar em conta o uso do equipamento no banco traseiro, os percentuais se invertem, afinal, 85% dos entrevistados dizem não utilizar o cinto de segurança quanto estão na parte de trás do veículo.
Além disso, alguns dos informantes que negaram o uso da proteção no banco traseiro fizeram ressalvas quanto às crianças e a situações como o transporte em vans, casos em que fazem questão do uso do cinto.
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Sobre a pesquisa
O objetivo do levantamento era verificar como tem se portado o jovem brasileiro ao volante nas duas maiores cidades do país (Rio de Janeiro e São Paulo), especialmente no que diz respeito à relação entre o consumo de bebidas alcoólicas e direção.
O público entrevistado era composto de jovens universitários, com idade entre 18 e 30 anos, de ambos os sexos, que possuíssem habilitação para dirigir automóvel ou motocicleta e hábito de sair com amigos.