Jantar de Steve Jobs com Barack Obama mudou os EUA radicalmente

Durante o jantar, Jobs tentou argumentar com Obama que não havia engenheiros o suficiente nos Estados Unidos, e convenceu o presidente a fazer

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SÃO PAULO – Um jantar entre Steve Jobs e Barack Obama pode ter alterado o rumo dos Estados Unidos, mostra o Business Insider. Na conversa que tiveram, Jobs foi extremamente duro com o presidente americano, o que pode ter ajudado Obama a tomar uma decisão, que ele não tomaria anteriormente. 

Durante o jantar, em fevereiro de 2011, Jobs tentou argumentar com Obama que não havia engenheiros o suficiente nos Estados Unidos. E falou que gostaria que o governo iniciasse um programa em que engenheiros formados em outros países pudessem receber um visto de permanência nos EUA. 

Obama explicou que esse tipo de programa só aconteceria com o Dream Act, o seu projeto para legalizar imigrantes que entraram nos EUA ilegalmente e fizeram escola no país. Mas havia um problema: os republicanos barraram o projeto. Jobs ficou contrariado. 

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“O presidente é muito esperto, mas ficou explicando o motivo pelo qual aquilo não iria para frente”, falou Jobs ao seu biógrafo. Ele, porém, não desistiu e resolver convencer Obama a fazer algo a respeito. 

Então resolveu argumentar: cada fábrica que produzia itens da Apple empregavam 700.000 pessoas no chão de fábrica, mais 30.000 engenheiros para ajudar esses trabalhadores. 

Mas ele queria que eles fossem americanos. E nem era algo tão complexo: não precisam ser formados em faculdades de elite, como Harvard e Yale. Nem precisavam ser P.h.D.s. Podiam ter educação em faculdades comuns. 

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“Se educássemos esses engenheiros, poderíamos ter as fábricas aqui também”, disse. Isso caiu como música nos ouvidos de Obama, que ouviu Jobs e resolveu: o país vai ter os engenheiros necessários. E ele vai trabalhar por isso. 

Nas próximas semanas, Obama repetia para seus assessores: “temos que encontrar os 30.000 engenheiros que o Jobs pediu”. E começou a focar a educação nos EUA, com o fortalecimento do orçamento e das faculdades comunitárias. Além disso, Obama resolveu tornar as faculdades comunitárias em gratuitas para seus usuários, mantidas apenas pelos impostos. 

E como resposta, a produção industrial voltou a crescer nos Estados Unidos.