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SÃO PAULO – Irregularidades na condução do Programa Emergencial de Trafegabilidade e Segurança nas Estradas (Petse), conhecido popularmente como tapa-buracos, levaram 40% dos investimentos por água abaixo, segundo o Tribunal de Contas da União (TCU).
Essa porcentagem de buracos, por conta da recuperação precária ou mal-feita, reapareceu após recentes chuvas. O órgão responsável pela operação, que realizou obras em 26 mil quilômetros, foi o Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit).
60% das obras apresentaram irregularidades
De acordo com a Agência Brasil, 60% das 101 obras que foram alvo da auditoria do TCU apresentaram alguma irregularidade, como recuperação de trechos que não se encaixavam no perfil emergencial, falta de projetos e pagamentos superiores aos preços marcados.
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Além dos prejuízos financeiros diretos, a má conservação das estradas e rodovias do Brasil também inibiu o desenvolvimento econômico do País.
Atualmente, 45% da malha viária, avaliada em torno de US$ 200 bilhões (aproximadamente R$ 435 bilhões) segundo o TCU, estão em condições consideradas ruins e outros 35%, regulares.