iPhone 6 deve ser muito mais caro do que versões anteriores

Inserção de tela de safira e aumento do aparelho devem pesar no preço final

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SÃO PAULO – O iPhone 6 pode sair muito mais caro do que o seus antecessores, mostram informações de blogs espanhóis. Citando fontes na Telefónica espanhola, o preço especulado para o novo produto, em sua versão mais básica, é de € 750, cerca de R$ 2.200 reais sem nenhum imposto, superando os € 700 da última versão. 

A versão mais larga, de 5.5 polegadas, com 32 GB de memória, deverá custar cerca de € 950, ou R$ 2.800 reais sem imposto. Esses valores podem elevar os preços do celular para mais de R$ 3.000 e R$ 4.000 no Brasil, se considerar a carga de imposto sobre suas versões anteriores. 

Esses valores correspondem ao celular desvinculado de contratos com operadoras, o que pode garantir um bom desconto. No Brasil, este tipo de venda, considerada “casada” é proibida, mas as operadoras podem dar descontos para quem já é seus clientes. 

Nos Estados Unidos, onde a versão mais básica do iPhone 5 chega a ser vendida por US$ 0,97, o preço do iPhone 6 com dois anos de contrato pode chegar a ser US$ 249 em sua versão mais básica e US$ 499 em sua versão com maior memória. A versão de 5 polegadas terá seu preço inicial em US$ 349, com o contrato de dois anos.

Por aqui, não se tem ideia de qual será o preço inicial do aparelho, mas o iPhone 5S é atualmente um dos mais caros do país – algo que deve continuar no iPhone 6. A versão de 16 GB custa R$ 2.799 na Apple Store nacional, enquanto a versão mais cara, de 64 GB, custa R$ 3.599